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UMA NOITE DE PRAZER SEM LIMITES - CONTO

AUTORES - PORTUGUESINHA E DINHO

PORTUGUESINHA:

A minha amiga Cris trabalha com organização de eventos há uns bons anos e é uma ótima profissional no ramo. Quando tenho tempo disponível, costumo lhe dar uma mãozinha na recepção dos convidados. Num desses trabalhos, precisou de organizar uma reunião com os membros de uma firma de advogados muito conhecida, onde por acaso, trabalhava o seu namorado na época. Alugou uma sala de um dos melhores hotéis de Sintra, para a realização do evento. Alugamos um quarto lá também, para passarmos a noite e não termos de regressar de madrugada a casa. Fomos bem cedo, preparamos tudo direitinho e fomos tomar um banho e vestir-nos para a noite. A Cris, na semana anterior, tinha me convencido a comprar um vestido castanho dourado, bastante decotado, que me favorecia o busto farto, mas que ficava um bocado indecente. Vesti somente uma cuequinha fio dental no mesmo tom do vestido, sem soutien, já que o decote não o permitia e penteei os meus cabelos, apanhando-os em cima, deixando só uns fios ao redor do rosto. Sentia-me bonita nessa noite. Depois de pronta, segui com a Cris para a entrada do salão, para começar a recepcionar os convidados. Ao longo de uma hora, cumprimentei vários advogados e suas famílias, de quem já nem lembrava os nomes. Quando pensei que já tinha entrado toda a gente, a Cris saiu para ir até à cozinha e comecei a virar-me para entrar no salão. Mas algo me fez virar o rosto para a rua e vi um homem muito atraente, com cerca de 40 anos, subindo a escadaria. Olhei para ele e já não consegui desviar os meus olhos dos dele, sentindo um arrepio percorrer o meu corpo. Consegui me controlar um pouco, dar-lhe as boas noites e apertar-lhe a mão, como uma boa anfitriã. A boca dele desceu até à minha mão, depositando aí um beijo suave que me fez prender a respiração. Ouvi uma deliciosa pronúncia brasileira:

-Boa noite, como vai você? Posso saber o nome desta bela dama que me aguarda aqui? Meu nome é Rafael Lemos. Sou Brasileiro e advogado na firma que está oferecendo este cocktail.

Senti a minha voz sair bem baixa e meio a gaguejar:

-Aaa… Ana! Chamo-me Ana e estou ajudando na recepção dos convidados. Seja bem-vindo, Dr. Rafael. Espero que se divirta esta noite.


A sua cabeça inclinou-se na minha direção, enquanto me lançava um sorriso lindo. Ouvi a sua voz rouca no meu ouvido:

-Rafa… pode me chamar de Rafa… bem melhor, não acha? Não gosto de formalidades.



Engoli em seco, com um desejo louco percorrendo todo o meu corpo. Ele piscou-me o olho e entrou na sala, deixando-me encostada na parede, tentando controlar a respiração acelerada. Senti uma atração quase animal por aquele homem, como nunca me tinha acontecido antes. Era um perfeito desconhecido para mim, mas o meu corpo estava em fogo, sem ligar a isso.

A noite decorreu com normalidade, como o planeado, embora fosse difícil disfarçar a minha agitação. De vez em quando via o Rafa a olhar para mim, seguindo-me com um olhar de desejo. Pensei que fosse impressão minha, pois achava inacreditável que aquela atração louca fosse mútua. Tentei abster-me disso o melhor que pude, pois tinha um trabalho a cumprir. Pouco a pouco, os convidados foram abandonando a sala, até não restar ninguém lá. A Cris já tinha desaparecido há um tempo com o namorado. Apaguei as luzes e preparei-me para sair, quando ouvi um riso nas minhas costas:

-Então, minha linda…. Vai me deixar aqui fechado dentro?... Ou vai ficar aqui comigo? Se for assim, não me importo nada.

Dei um pulo, de susto e virei-me, vendo o homem que invadiu os meus pensamentos a noite toda, atrás de mim, rindo da minha confusão.

-Desculpa, que susto! Não sabia que ainda aí estavas. Ia fechar aqui e recolher-me ao meu quarto, aqui mesmo no hotel.

-Então, venha… eu acompanho você lá acima. Tenho um quarto alugado aqui, também. Uma mulher como você, sozinha por aí a esta hora tardia, pode ser perigoso. Alguém pode querer seduzir você.

Seguimos para o elevador, ele andando atrás de mim pelo corredor, com os olhos fixos no rebolado do meu rabo. Comecei a ficar agitada demais, a excitação aumentando até ao ponto de me deixar louca. Mordi os lábios e entrei no elevador, ficando de frente para ele. Não resisti a olhar para a frente da sua calça, vendo um volume enorme que já se apertava contra o tecido. Inconscientemente, passei a língua pelos lábios. Ele olhou para mim, flagrando-me e levou a mão acima da calça, deixando-a lá para me provocar, sem se mexer, mas ajustando o tecido à sua forte ereção. Senti a humidade ensopar-me as cuequinhas, enquanto a electricidade dos nossos corpos nos atraia cada vez mais. A minha mente estava cheia de imagens dele nu, tocando-se intimamente para eu ver.

Finalmente o elevador abriu-se e sai quase a correr, em direção ao quarto, com a risada dele nas minhas costas. Procurei a chave na mala, as mãos tremendo sem parar e virei-me para me despedir dele, meio embaraçada com o que tinha acabado de acontecer, ao mesmo tempo que abria a porta.

Nisso, começamos a ouvir uns gemidos de prazer, que vinham de dentro do quarto. Conheci a voz da Cris, que gemia alto, sem dar por mim:

-Sim, sim… faz-me vir, lindo… estou quase… não pares… aiiiiiiiiii.

 Fechei a porta rapidamente e olhei para ele, embaraçada. A minha amiga tinha ido para o quarto com o namorado e estavam ali se divertindo, sem pensar que eu poderia aparecer. No corredor, ainda se ouvia a festa que acontecia lá dentro, os gemidos dos dois, aumentando de volume. Vi um riso percorrer o seu rosto e não aguentei. Explodimos numa sessão de gargalhadas, enquanto saiamos dali do pé da porta do quarto. A situação era hilariante. Falei para ele:

-E agora, Meu Deus, o que vou fazer! A Cris vai me pagar. Alugamos o quarto para as duas, para não termos de conduzir até casa. E o pior é que são duas da manhã e o hotel está com lotação máxima.

-Tenho uma solução ótima, querida! Porque não fica no meu quarto?... Tenho muito espaço lá, a cama é enorme e pode tomar um banho bem gostoso. Vai ficar muito confortável lá.

Olhei para ele e vi um sorriso sedutor no seu rosto. Ambos sabíamos o que ia acontecer se eu entrasse naquele quarto, mas não tive forças para resistir. Decidi seguir o meu instinto e aproveitar aquela noite, sem culpas. Segurei a mão que ele me estendeu e segui para o quarto com ele.


DINHO:


Chegando ao quarto, abri a porta, deixando somente que a claridade externa iluminasse o ambiente. Assim que adentramos o ambiente, Ana parou a minha frente. Fechei a porta e senti aquele corpo quente e cheiroso logo à minha frente. O Seu contorno era perfeitamente visto pelo contraste da escuridão interna e com a claridade que vinha de fora. Cheguei-me perto de Ana e aspirei o seu perfume. Toquei em seus cabelos e acariciei a pele dos seus braços, que senti levemente arrepiada.

Toquei com minha boca em sua nuca, primeiro num toque suave, um beijo doce. Ana inclinou-se um pouco para traz, deixando sua boca entreaberta e seus olhos fechados, curtindo a carícia. Mordi seu pescoço, pertinho de sua orelha e de sua boca saiu um gemido gostoso.

Minhas mãos seguravam em sua cintura e eu trazia aquele corpo gostoso mais para perto do meu. Ana já podia sentir o volume do meu cacete em sua bunda e discretamente rebolava nele. Virei seu corpo de frente para o meu e começamos a nos beijar. O beijo foi ficando cada vez mais forte, mais gostoso, mais guloso.

Nossas bocas e línguas misturavam-se e nossas mãos passeavam pelos corpos um do outro.



Encostei Ana na parede, ficando quase entre suas pernas, beijando sua boca. Ergui seus braços, deixando-os presos acima de sua cabeça e com a outra mão fui descendo até seus seios, que já mostravam seus bicos marcados sob o vestido. Acariciei e apertei um bico e senti o corpo de Ana mover-se, curtindo a carícia. Meti minha mão pelo decote e liberei um de seus seios. Desci com minha boca até ele e sorvi com gosto.

Soltei o vestido de Ana, fazendo ele descer pelo seu corpo, deixando-a somente com sua cuequinha, pequena, deliciosa.

Ana me pegou pela mão, me conduzindo até a beira da cama, onde se sentou, me deixando em pé a sua frente. Olhando fixamente em meus olhos, suas ágeis mãos foram soltando o meu cinto e acariciando meu cacete sobre a calça já estufada. Sua boca deslizou sobre o volume, dando pequenas mordidinhas, da base até a cabeça.

Ana abriu o ziper e fez a calça descer pelos meus pés, enquanto eu me livrava da camisa e do Paletó.

Agora ela estava frente a frente com o volume que se pronunciava sobre a cueca box preta que eu usava. Ana segurou pelas laterais e começou a puxar a cueca pra baixo, fazendo meu cacete saltar duro e teso, a altura de seu rosto. Sem usar suas mãos nele, Ana começou a dar pequenos beijos na glande, ate ir abrindo sua boca e tentando agasalhar parte dele.

Minha cueca já havia sido retirada até abaixo e Ana, puxando-me pela minha bunda, trazia meu cacete até dentro de sua boca, engolindo aquilo que conseguia, deixando ainda boa parte pra fora. Meu cacete era chupado, sorvido, babado, em um boquete delicioso e prazeroso.


Acariciei os cabelos de Ana e segurando-os, comecei a foder sua boca gostosa. Nossa… que boca deliciosa. Se continuasse daquela forma me faria gozar logo e eu ainda queria aproveitar muito daquele corpo.

Ergui o corpo de Ana, deixando ele no meio da cama. Peguei minha gravata e fiz dela uma venda, que foi posta nos olhos dela. Pedi a ela apenas que confiasse em mim. Fui até o frigobar do quarto, abri uma garrafa de vinho e peguei algumas pedrinhas de gelo, colocando-as em um copo próximo a cama.


Comecei beijando os pés de Ana, subindo pelas suas pernas, passando pela sua virilha, onde depositei alguns carinhos e percebi o quanto ela estava ensopada. Subi, torturando-a até chegar aos seus seios, que chupei, mordi, lambi, deixando-a louca.

Desci novamente pelo seu corpo e arranquei de uma vez sua cuequinha, fazendo-me aparecer uma ratinha gostosa e melada. 


Peguei uma pedra de gelo entre os meus dedos e comecei a chupar sua ratinha, enquanto com o gelo fazia movimentos circulares e contínuos nos bicos dos seus seios...Eles ficaram super arrepiados e Ana começou a gemer mais forte, me chamando de safado e gostoso.

Minha língua sorvia seu mel que escorria, demonstrando todo o tesão que aquela mulher sentia neste momento. Pus a pedra de gelo na minha boca e acariciei sua bucetinha com meus dedos, prendendo o grelinho e apertando ele. Penetrei dois dedos dentro de sua buceta e fiz movimentos rápidos, trazendo-os pra fora, totalmente melados, e levando-os a boca de Ana para que ela sorvesse o seu sabor. Ana lambia meus dedos como se chupasse meu cacete.

Fui com minha boca até a ratinha de Ana. E quando meti minha língua gelando dentro, ela deu um gemido alto, forçando sua pélvis contra a minha boca. Chupei seu grelinho e Ana, sem conseguir se segurar mais, derramou-se em minha boca, com um gozo forte, gemendo e rebolando.

Mas eu ainda não tinha torturado Ana por completo. Enquanto ela se refazia na cama, molhei meu cacete com um pouco de vinho e pus perto de sua boca. Minha Portuguesinha abriu a boca, pondo a língua pra fora, e começou a lamber meu pau, passando a língua por todo ele. Quando o cacete estava ficando limpo, eu novamente jogava um pouco mais, fazendo a boca de Ana passear gostoso por toda a sua extensão.

Sem resistir mais, ergui as pernas de Ana, apoiando-as em meu torax, encostei a cabeça do meu pau na sua ratinha e fiquei pincelando ela, até Ana dizer:

-Mete, me fode, meu gostoso, me dá seu cacete....


Num movimento único, fui metendo meu cacete pra dentro, até minhas bolas baterem em sua bunda. Ana trançou as pernas em minha cintura e eu fui metendo, cadenciado, ritmando, sentindo toda a extensão daquela buceta quente e gulosa.

Meu pau preenchia ela por completo. Enquanto metia, podia vislumbrar no rosto de Ana o prazer que ela sentia. Tirei a venda de seus olhos, segurei em uma de suas mãos e guiei ela até a sua ratinha. Ana sorriu, me chamando de safado, e começou a se tocar, acariciando seu grelo duro e saliente, enquanto eu ia metendo forte em sua ratinha.

Virei Ana de lado e voltei a meter fundo, fazendo minhas bolas baterem em sua bunda (e que bunda....). Aproveitando a sua posição, eu podia acariciar seu corpo, seus seios, mas deslizei minha mão até sua bunda gostosa, fazendo com que meus dedos tocassem levemente seu rabinho. Esses toques "involuntários" passaram a ser mais diretos e minha deliciosa Portuguesinha já percebia e em certos momentos arrebitava um pouco mais sua bunda pra receber essas carícias.

Pus minha portuguesinha de quatro e tive uma visão maravilhosa. Aquela bundona virada pro meu lado. Ana estava apoiada nos cotovelos, rebolando, enquanto seus seios balançavam com o seu movimento. Voltei a meter meu cacete em sua ratinha. Agora com mais força e mais tezão (se é que isso era possível). Segurei pelos cabelos de Ana, fazendo seu rabo ficar mais empinado e dei duas palmadas na sua bunda. Pronto...acho que assanhei ela ainda mais. Ana começou a gemer e a falar:

-Isso meu macho, mete gostoso, bate na minha bunda, bate. Mete seu cacete bem fundo. Me faz gozar no seu cacete.

Aquilo me dava um tezão louco e eu me segurava pra não gozar, continuei dando tapas em sua bunda e vez ou outra, em vez de tapa, acariciava seu cusinho.

Começamos a gemer juntos, nossos corpos estavam quentes, e movimentavam-se em uma sincronia perfeita, meu cacete pulsava dentro de Ana que rebolava pedindo pra meter tudo. Estávamos chegando ao gozo, quase juntos.

Ana gozou primeiro, dando espasmos e apertando meu cacete com sua ratinha e eu, logo em seguida, sem poder me segurar mais, meti rápido e quando fui gozar meti meu cacete bem fundo, derramando um rio de leite dentro de Ana.

Nos corpos caíram sobre a cama, grudados um no outro e ficamos ali abraçados, esperando nossas respirações voltarem ao normal.


PORTUGUESINHA:


Fiquei ali deitada, ofegante. Que loucura boa! Tinha acabado de ter uma sessão do melhor sexo da minha vida. Aquele homem sabia bem como enlouquecer uma mulher!

Sorri para ele e abracei o seu corpo gostoso, apertando-o contra mim. Nessa noite, aquele homem maravilhoso era só meu.

Ao fim de uma meia hora, beijei-o, deixando-o meio adormecido, levantei-me e segui para a casa de banho, disposta a tomar um duche. Entrei para a cabine enorme do duche e abri as torneiras, deixando a água correr sobre o meu corpo todo, enquanto eu fechava os olhos e cantava baixinho. Sem ouvir nada, senti algo tocando no meu braço, assustando-me. Era o Rafa, claro!

-Pensava que eu ia deixar você se banhar sozinha? Nem pense!

Abraçou-me, apertando-me contra ele, e beijou-me intensamente, despertando o meu desejo na hora.

Sorri para ele e peguei na esponja, cobrindo-a de sabonete:

-Deixa eu te dar um banho, querido!


Encostei-o à parede e comecei a passar a esponja no seu corpo, lentamente. Mas logo, substitui a esponja pelas minhas mãos, tocando-o sem pressas, no peito, barriga, coxas, pernas, mas sem tocar na sua erecção, que já estava dura outra vez. Ensaboei o meu corpo todo, na sua frente, insistindo nos seios, deixando os bicos bem duros. Virei-me de costas e apoiei uma perna no degrau que tinha lá, inclinando o corpo para a frente, provocando-o. Ensaboei bem as nádegas e encostei-me ao seu cacete duro, esfregando-me contra ele e ouvindo-o dar um gemido forte. Fui passando mais sabonete nas nádegas e rebolando cada vez mais. Não pensei que ele fosse perder o controlo tão rápido, pois quando dei por isso, segurou-me pelas ancas, e encaixou-se dentro de mim, de uma só vez, mordendo-me o lóbulo da orelha ao mesmo tempo:
-Safadinha, pensa que é só me provocar, é? Não sou de ferro! Olha só o que você faz comigo, só consigo pensar em te possuir uma e outra vez, até me cansar de você! Era isto que você estava pedindo, era?

Gemi alto, em resposta e comecei a rebolar naquele pau durinho que me preenchia por inteiro. As suas mãos acariciavam os meus seios e a boca mordiscava-me a nuca e os ombros, deixando-me cada vez mais louca. Ele investia dentro de mim, num ritmo lento e torturante. Levei a mão ao clítoris, esfregando-o, enquanto sentia o meu prazer aumentar cada vez mais:

-Ai…que coisa boa! Mete mais, mete, seu safado! Me fode assim…aiiiii…gostoso!

Ele segurou-me as nádegas e começou a investir com mais força:

-Vai, goza no cacete do seu macho, goza! Grita para mim!

Não aguentei mais, apertei-o dentro de mim, gritei alto e explodi num orgasmo maravilhoso, que me deixou sem forças nas pernas. Não parava de me vir, esfregando-me sem parar nele, sentindo os líquidos escorrerem pelas minhas coxas, junto com a água quente.

Ele ficou paradinho dentro de mim, esperando os meus tremores passarem. O seu pau pulsava lá dentro.



Desencaixei-me dele e sentei-me no degrau do duche. Segurei naquele cacete e de 
uma vez, encaixei a boca nele, sentindo ainda o sabor do meu gozo. Apertei-o dentro da boca e rodei a língua a toda a volta dele, com velocidade. Olhei para ele, vendo-o de olhos fechados, saboreando o momento. Tinha um sabor delicioso, que só apetecia devorar. Engoli-o, até onde consegui e comecei a movimentar a boca, primeiro devagar, depois aumentando o ritmo cada vez mais. Com uma mão, apalpei-lhe as bolinhas e com a outra segurei na base no pau, ajudando. Insisti a chupada na cabeça, apertando-a, espremendo-a, exigindo um orgasmo:

-Vem, lindo…dá-me o teu leitinho. Goza na minha boca, goza!

Acho que aquelas palavras o deixaram louco. Puxou-me para cima e olhou para mim:

-Não… não vou gozar na sua boca, quero gozar no seu cusinho.

Ele desligou as torneiras e segurou uma tolha, enxugando o meu corpo e o seu. Quando dei por isso ele carregava-me para a cama, mordendo a minha orelha:

-Vou comer esse cusinho todo. Se prepara, que ele vai ser meu.

Arrepiei-me e senti um pouco de medo, ao imaginar o tamanho do pau dele.

-Aii… não vou aguentar isso tudo dentro do meu cusinho.

Mas ele nem me ouvia…a sua boca já me lambia o buraquinho, com sofreguidão, lubrificando-o e colocando as minhas pernas nos seus ombros. Comecei a gemer baixinho e a piscar o buraquinho, quase sem dar por isso. Ele aproveitou e enfiou um dedo na minha ratinha ainda melada do gozo recente. Tirou e enfiou atrás, sem aviso, ao mesmo tempo que passava a língua no clítoris inchadinho. Apertei o dedo dele lá dentro…. Ele retirou-o e entrou com dois, alargando a abertura, preparando-a para o ataque. A sua língua ia me distraindo e me excitando e quando dei por isso senti a sua cabeça na entrada, empurrando lentamente. A Sua boca colou-se na minha, abafando o meu gemido, enquanto abria caminho dentro de mim. Senti uma mordida no ombro e ouvi a sua voz rouca:

-Gostosa!! Que cusinho quentinho e apertado… delícia!

Sentia um ardor forte, mas a sensação de tê-lo dentro de mim, me fazia esquecer um pouco disso. Rebolei as ancas e acabei de encaixar o que faltava:


-Aiii… espera um pouco, deixa eu fazer!

Fui me mexendo lentamente, sem pressas, até relaxar completamente. Ele suava no esforço de se manter quieto, só esperando um sinal meu:

-Vai… pode fazer do seu jeito, safado. Não queria comer o meu cu? Então come!

Ele pirou… deitou-me um olhar alucinado, segurou-me as pernas para cima e começou a investir com força dentro de mim. Sabia que no outro dia, nem ia poder sentar, mas não me importei:

-Fode com força, vai! Come meu cusinho todo!

Ele aumentou os movimentos e deu um urro alto:

-Aiiii… tesão! Vou gozar, minha putinha gostosa. Que coisa boa… ahhhhhhhhhh… não aguento mais!

Com um último empurrão, gozou dentro de mim, de olhos fechados e gemendo alto. Deixou cair o seu corpo cansado sobre o meu e abracei-o, aconchegando-o no meu colo.

Acabamos por adormecer até chegar a manhã. Quando acordei, o sol entrava pela janela. Vesti a minha roupa, olhando as marcas escuras na pele e sentindo um ardor gostoso dentro de mim. Olhei para o corpo dele adormecido, deixei um cartão com o meu número na outra almofada e sai para a rua, com aquela noite maravilhosa ainda na lembrança.



 
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