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SEXO SELVAGEM DENTRO DO ELEVADOR


AUTOR - PORTUGUESINHA


Há uns anos atrás, fiquei desempregada. Ao ver os anúncios no jornal, vi que pediam uma pessoa para auxiliar de secretária numa multinacional bastante conhecida. O emprego seria temporário, apenas durante as férias de Verão e o ordenado era bom, então decidi tentar. Fui à entrevista e com muita sorte minha, consegui o emprego. Ao fim de uma semana, já tinha entrado no ritmo do trabalho e a rapariga que eu auxiliava, a Carla, era fantástica. Tínhamos idades próximas e ficamos amigas. Só faltava conhecer o chefe do meu departamento, que estava em viagem. No dia previsto para a chegada dele, vesti um conjunto de calça e casaco elegante, calcei uns sapatos de salto, apanhei os cabelos atrás, como sempre fazia para ir trabalhar e segui para o serviço, imaginando como seria o meu novo chefe. Eu imaginava-o cinquentão, com barriga, meio careca e arrogante e fui sorrindo pelo caminho. Entrei no edifício e corri para apanhar o elevador, que já ia arrancar. Uma mão segurou a porta e eu entrei, apressada. Virei-me para agradecer e fiquei sem palavras. Diante de mim estava um homem magnífico. Perto de um metro e noventa de altura, ombros largos dentro do fato de bom corte, com um corpo que se adivinhava musculoso, cabelo castanho meio revolto, olhos verdes penetrantes e um sorriso que me desarmou completamente, fazendo-me gaguejar:
-Ahhhh….o…obrigado… por ter segurado a porta!
-Foi um prazer. O meu nome é Paulo e o seu?
Agarrei a mão que ele me estendeu, apertei-a e senti uma descarga eléctrica percorrer-me toda, deixando-me o corpo mole e as pernas bambas. Consegui ir buscar um fio de voz para responder à pergunta, mas com aqueles olhos verdes fixos nos meus, não foi fácil.
-Ana, o meu nome é Ana.
O elevador chegou ao destino e saí apressada para o meu posto de trabalho. Deixei-me cair com força na cadeira, fechando os olhos. A Carla veio ao pé de mim e perguntou se eu estava me sentindo bem, já que estava um pouco vermelha e ofegante. Eu disse que estava tudo bem e comecei o meu trabalho, disfarçando o meu estado. Ao fim de umas horas, ela chamou-me:
-Vem, Ana, o chefe quer conhecer-te!
Eu levantei-me sem vontade e segui-a até ao gabinete dele, que ficava perto do nosso, mas separado por uma divisória. Por isso não o vi chegar. Ela abriu a porta e disse:
-Dr. Paulo, esta é a pessoa que me está a ajudar a organizar os ficheiros no computador. Chama-se Ana.
Eu olhei em frente, com o meu melhor sorriso, até que ele levantou a cabeça dos papéis que estava a examinar e vi quem era. Eu não acreditei no que os meus olhos viam, o meu chefe era o mesmo homem que conheci no elevador. Fiquei sem reação, estática, como que pregada ao chão, enquanto os seus olhos me examinavam toda.
-Olá, Ana, tudo bem? Nós já nos conhecemos no elevador, não foi? Só não sabia que era a assistente da Carla.-É…é verdade, coincidência, não fazia ideia que o senhor era o meu chefe, desculpe.As minhas pernas tremiam todas. A atracção que aquele homem exercia em mim era inexplicável. Tinha de me controlar, pois ia trabalhar dois meses perto dele. Sentia o seu olhar percorrer o meu corpo, quase me despindo com o seu olhar, o que não ajudava nada à situação. Voltei para o meu serviço, completamente desorientada.
Todos os dias eu tinha de trabalhar ali, próxima daquele pedaço de mau caminho. Quando ele vinha ao pé de mim e sorria-me com aquela boca linda, que convidava ao pecado, ou cheiro do seu perfume invadia as minhas narinas, eu ficava completamente excitada, sem conseguir evitar a humidade entre as pernas ou o endurecimento dos meus biquinhos. Acho que ele percebia o meu estado, pois sorria para mim e deixava o seu olhar percorrer todas as minhas curvas, sem disfarçar que gostava do que via.
Um dia, chamou-me ao gabinete para tirar umas anotações. Eu tinha um conjunto preto de casaquinho e saia pelo joelho e assim que entrei senti o seu olhar percorrer as minhas pernas.
Ele mandou-me sentar num cadeirão um bocadinho distante da sua secretária e aproximou-se de mim. A minha saia subiu mais para cima, deixando-me um bom pedaço das coxas de fora. Os meus seios, como sempre que estava na presença daquele homem, endureceram, querendo saltar fora do decote, deixando antever um bocadinho da renda preta do soutien que tinha vestido. Enquanto ele ia ditando, andava à volta de mim, deitando-me olhares lânguidos e espreitando para o meu decote. Eu sentia o suor escorrer pelo meu corpo e a minha ratinha toda ensopada. Quando acabamos ele veio por trás de mim e encostando a boca ao meu ouvido falou:
-A vista daqui de cima é maravilhosa, não achas?
O olhar dele foi dos meus seios para a ampla janela do décimo andar onde estávamos, como se estivesse a falar daquela vista. Ele riu-se com o meu desconforto e disse que eu podia sair.
Passou-se umas duas semanas e ele continuava a mandar pequenas indirectas sempre que tinha oportunidade e quando eu o encontrava no elevador ele nem tentava disfarçar o desejo. Aquela viagem até ao nosso andar era uma verdadeira tortura. Eu masturbava-me todos os dias a pensar naquele homem, mas não ficava completamente satisfeita, o meu corpo pedia mais. Eu queria desesperadamente aquele homem!
Um dia, o computador avariou, atrasando todo o meu trabalho. O técnico passou o dia lá, acabando o arranjo ao final do dia. Tive de ficar a fazer serão para recuperar o tempo perdido. Estava tão concentrada no trabalho, que nem dei pelo tempo passar, até ouvir uma voz:
-Ana, és tu? Ainda estás aqui? Acaba com isso, são 11 horas da noite.
Eu olhei admirada para o meu chefe, que surgiu não sei de onde. Com o seu corpo imponente tapava a entrada do meu cantinho de trabalho, fazendo-me sentir a sua presença em cada poro do meu corpo.
-Já foram todos embora. Eu saí agora de uma reunião com a presidência e vi luz aqui, vim ver o que se passava. Vamos, que é tarde, amanhã acabas isso!
Desliguei o computador e segui-o para o elevador. O edifício estava às escuras, realmente não se via ninguém, só nós os dois circulávamos por ali. A porta fechou-se atrás de nós e como sempre acontecia, quando estava na sua presença, senti o desejo a apoderar-se de mim, como um vulcão prestes a explodir. O elevador desceu um pouco, deu um safanão brusco e estancou, apagando-se as luzes. Por um momento ficamos às escuras, até se acender uma pequena luz de presença, que dava uma claridade fraca ao ambiente. Eu fiquei em pânico:
-O que foi isto? O elevador avariou?
-Calma, não te enerves, tudo se vai resolver, vais ver!
Tocámos à campainha de emergência, gritamos por ajuda e nada! Os telemóveis, dentro da parede espessa do elevador, não tinham rede e ao fim de um bocado desistimos de tentar contactar alguém. Ele olhou para mim e com um sorriso satisfeito e sedutor, disse.
-Parece que vamos ter de ficar aqui fechados até amanhã, até o segurança vir fazer a ronda da manhã. O melhor é aproveitarmos o tempo!
Os nossos olhos encontraram-se e já não consegui desviar os meus, estava completamente hipnotizada. Naquele pequeno espaço, sentia a sua presença por todo o lado e o cheiro do seu perfume másculo invadia-me as narinas, deixando-me tonta. Não podia acreditar que aquele homem lindo me desejava a mim, mas o seu olhar de desejo dava-me essa certeza. Não sei quem deu o primeiro passo, mas quando dei por mim estávamos abraçados, no meio do elevador, com as nossas bocas coladas. Eu gemi alto e agarrei-o pela nuca, enlaçando os seus cabelos rebeldes com os meus dedos. Ele puxou-me mais contra o seu corpo e aprofundou o beijo, ao mesmo tempo que me encostava contra a parede. A sua língua invadiu a minha boca, começando uma dança louca. Já nem sei de quem eram os gemidos que se ouviam no elevador, se meus, se dele. Ele percorreu cada canto da minha boca com a língua, com loucura, nem me deixando respirar. Tinha um sabor irresistível. Os seus dedos foram tirando os ganchos que prendiam o meu volumoso cabelo, deixando os meus caracóis (cachos) caírem em cascata sobre os ombros. Ele afastou-se um pouco e olhou para mim, com a respiração entrecortada:
-Meu Deus, desejo-te tanto! Nem sei como vou aguentar!
A sua boca invadiu novamente a minha, num beijo alucinado. A sua língua chupou a minha como desespero, com se fosse o melhor néctar do mundo. Mordeu o meu lábio inferior, enquanto respirava entrecortadamente. As suas mãos atiraram com o meu blazer para o chão e começaram a desabotoar os botões da blusa vermelha de seda que eu trazia vestida. A blusa seguiu o mesmo caminho do casaco.
As minhas mãos tentavam arrancar-lhe a gravata, mas os meus dedos tremiam tanto, que não consegui. Ele atirou com o casaco e a gravata para o chão e olhou para mim, enquanto desapertava a camisa, deixando-me ver aquele peito musculoso e coberto de pelinhos castanhos. Eu estava encostada à parede, ofegante, só com a saia vestida e com um soutien vermelho de rendas, com os meus seios volumosos a querer saltar por fora, de tão duros que estavam.
-És linda! Pensar que escondias um tesouro desses debaixo da roupa. Mas hoje vais ser minha! Vou-te fazer gritar de prazer, prometo!
Ele atirou a camisa fora e encostou o seu corpo contra o meu. A sua boca caiu no meu pescoço, com beijos húmidos, que me deixavam as pernas bambas. Deslizou para o meu ombro e ficou mordendo cada pedacinho de pele. Eu gemia sem parar, pois ele tinha encontrado o meu ponto fraco. Quando me tocam nos ombros, fico louca! A minha saia caiu no chão, sem eu dar por isso. Fiquei só de roupa interior, com um dos conjuntos mais escandalosos que tinha, parecia de propósito. O fio dental vermelho rendado, não tapava quase nada e o cinto de ligas vermelho, agarrado às meias pretas transparentes, davam-me um ar de puta.
Ele olhou para mim e mordeu os lábios. O volume dentro das suas calças esticava o tecido ao máximo, deixando-me com água na boca. A sua voz soou rouca:
-Que visão! Tu matas-me de tesão. Eu queria ir com calma, mas acho que não vou conseguir! Estou a morrer de vontade de te possuir!
-Vem assim mesmo, que eu não me importo! Faz-me tua!
Ele descalçou os sapatos e as meias, arrancou as calças e as cuecas com uma velocidade estonteante e ficou com nu, com aquele corpo magnífico à minha frente. Ele era melhor ainda do que imaginava, peito musculado, moreno e com um rasto de pêlos que descia pela barriga até chegar um pénis impressionante. O seu pénis era enorme, com uma cabeça rosada e com um ar apetitoso, que só apetecia trincar. Nem tive tempo de fazer um gesto, ele veio na minha direcção e com um puxão forte rasgou as minhas cuecas, atirando-as fora. Foi quando olhei para o seu rosto e vi um pequeno pacotinho na boca. Ele rasgou a embalagem do preservativo e cobriu o seu pénis, que parecia estourar de tão duro. Olhou para mim, com um ar sofredor:
-Prometo que depois te compenso! Agarra-te ao varão!
Mal me segurei ao varão atrás de mim, senti ele agarrar-me pelas coxas, elevar-me e encaixar o seu membro na entrada da minha grutinha, que escorria mel pelas pernas abaixo. Foi entrando lentamente dentro de mim, passo a passo, até ficar alojado, preenchendo-me toda. Deixou-o lá um pouco até eu me acostumar e começou com as investidas, deixando-me alucinada:
-Aiiiiiii…põe mais, por favor….não pares, por favor…dá-me tudo!
Os nossos gemidos faziam eco nas paredes do elevador, enquanto os nossos corpos se movimentavam numa fúria louca. A sua boca caiu nos meus seios volumosos e afastou a renda vermelha para o lado, até encontrar os bicos inchados de tesão. Colocou-os na boca e chupou-os e mordeu-os até me fazer gritar.
-Aiiiii…que bom….adorooooo isto…dá-me mais….aiiiii…assim, assim….mais….
Senti os seus movimentos mais fortes dentro de mim. O suor escorria pelos nossos corpos colados e parecíamos alucinados. Senti um estremeção mais forte percorrer o meu corpo e os espasmos invadiram os meus músculos vaginais, apertando ainda mais o seu pénis, como se não o fosse largar nunca. Gritei alto, sem, conseguir controlar-me:
-Ai, querido….aiiiiiii….vem-te comigo, vem…aiiiiiii…que bom…que loucura!
Ele apertou as minhas nádegas contra ele, lançou um grito rouco e gozou dentro de mim, fazendo-me sentir o calor do seu esperma e deitando a cabeça no meu peito, onde o meu coração batia acelerado. Deixámo-nos cair para o chão atapetado do elevador, desfalecidos e deixámo-nos ficar abraçados um bocado, esperando a nossa respiração voltar ao normal. Olhei para ele e vi um olhar risonho no seu rosto:
-Meu Deus, que loucura! Desculpa ter sido tão rápido, não sei o que me deu.
Inclinei-me para ele e beijei-lhe as pálpebras, suavemente:
-Não te preocupes, adorei cada momento. E ainda temos uma noite inteira à nossa frente.
Ele arrancou o preservativo e deitou-se em cima de mim, com aqueles olhos verdes invadindo-me a alma com profundidade. Acariciou-me os cabelos e beijou o meu rosto todo, a testa….as pálpebras…a face…o queixo…até chegar aos meus lábios inchados. A sua língua percorreu o contorno da minha boca, devagar, sem pressas, deu-me pequenos beijinhos, pequenas lambidelas….Confesso que não estava à espera daquilo, depois da sua fúria anterior, mas era igualmente bom e o meu corpo foi despertando novamente com aqueles carinhos. Desceu os seus lábios pela curva do meu pescoço, dando-me pequenas lambidelas, passou para os ombros, provocando-me arrepios intensos e fazendo-me gemer. As suas mãos encontraram o fecho do meu soutien e desapertaram-no, deixando os meus seios soltos à sua disposição. Ele acariciou-os com movimentos circulares e lentos…passou o dedo em volta da auréola, fazendo a pele contrair-se arrepiada…colocou o polegar sobre o mamilo duro e foi rodando, rodando, deixando-o cada vez mais empinado. A sua boca desceu dos meus ombros e caiu sobre um mamilo, cobrindo-o de pequenas lambidelas. Eu estava a ficar louca com aqueles carinhos, apertei a sua cabeça contra mim, pedindo mais:
- Chupa o meu biquinho, chupa…chupa com força!
Ele fez-me a vontade, chupando com gosto e dando pequenas dentadas, que me provocavam choques eléctricos pelo corpo todo. Ao fim de um bocado, deslizou a boca pela minha barriga, mordiscando-a, enquanto descia cada vez mais. Desapertou-me o cinto de ligas, atirando-o para o chão e mordeu as minhas virilhas, uma de cada vez. A minha humidade escorria sem parar, a ratinha palpitante esperava a sua boca. Mas ele não me fez a vontade. Foi enrolando uma das minhas meias, enquanto beijava cada pedaço de pele exposta. Tirou aquela meia e fez o mesmo com outra, deixando-me completamente nua e entregue aos seus carinhos. O meu corpo estava tão sensível, que tremia todo. A sua boca subiu pelas pernas e pelas coxas, palmo a palmo, até chegar perto do meu sexo. Eu sentia a sua respiração suave e contorcia-me toda. Finalmente a sua boca encostou na minha rachinha, dando pequenos beijos. A sua língua percorreu-a de cima a baixo, em movimentos lentos, saboreando-a. Os meus gemidos saiam do fundo da garganta, sem eu dar por isso:
-Aiiiiii…não me tortura mais, por favor….chupa ela toda, chupa…aiiiiii…assim!
A sua boca abocanhava a minha coninha toda, esfregando-a para um lado e para o outro, enlouquecendo-me. A sua língua entrou no meu buraquinho e penetrou-me, fazendo movimentos rotativos. O meu corpo já não me pertencia, rebolava contra ele, sem parar. Ouvi a sua voz rouca:
-Aiiiii, sabes tão bem, querida! Não me vou cansar do teu sabor! Vou-te comer toda até te vires na minha boca. Quero chupar o teu mel todo!
A sua boca agarrou no meu clítoris saliente e apertou-o, esfregando-o em movimentos ritmados. Ao mesmo tempo enfiou dois dedos dentro de mim, penetrando-me em movimentos certeiros. Eu não conseguia conter mais o meu orgasmo. Com um grito enlouquecido, explodi na sua boca, com convulsões fortes, sentindo o meu líquido escorrer na sua boca. Ele lambeu tudo, como se fosse o melhor néctar do mundo.
O corpo dele subiu para cima e as nossas bocas encontraram-se num beijo intenso. Eu provei o meu sabor na sua boca e devorei-lhe a língua com a minha, chupando-a. Empurrei-o de costas, subindo para cima dele e assumindo o comando sobre o seu corpo. Senti o seu gemido de reclamação e falei no seu ouvido:
-Shiuuuuu….agora é a minha vez…fica quietinho, que quem manda agora sou eu!
Mordi o seu lábio inferior arrancando-lhe um gemido e desci os lábios pela parte lateral do pescoço, dando dentadinhas por onde passava. Sentia o seu sexo pulsante contra as minhas coxas, quente e duro, completamente pronto para mais acção. Deixei lambidelas em cada pedaço do seu pescoço e desci até aos pequenos mamilos, durinhos. Lambia cada um deles, mordendo-os suavemente, ao mesmo tempo que esfregava lentamente o seu pau durinho com a minha perna. Ele gemia, de olhos fechados e com a respiração entrecortada. A minha boca continuou pelos músculos duros da sua barriga, mordendo cada pedacinho de carne. Enfiei a língua no seu umbigo e fui descendo até à virilha. Sentia a sua dureza contra a minha face e esfreguei lentamente o meu rosto contra ele. As suas mãos já estavam enredadas nos meus caracóis, tentando empurrar o meu rosto para onde ele mais queria, mas não lhe fiz a vontade, ainda não! Abri as suas pernas e lambi a sua virilha, devagar…desci para o seu saco e coloquei-o na boca, chupando as bolinhas à vez. Estavam depiladas, como eu gosto e suguei-as até ficarem bem cheias de esperma. Só de imaginar aquele leitinho, já ficava com água na boca. Finalmente acabei com a sua tortura, deslizando a minha língua pelo seu mastro, até chegar à cabeçorra inchada.
Coloquei-a na boca, chupando-a com força, várias vezes, fazendo uma sucção que o deixava louco, ao mesmo tempo que enfiava a língua no seu buraquinho. Enfiei o seu membro mais que pude até bater na minha garganta, mas não cabia todo. Fui movimentando a minha boca lentamente ao longo daquela delícia, absorvendo o seu sabor de macho, enquanto ele se contorcia:
-Ai, que boca, querida….aiiiiii…faz mais assim…aiiiii….chupa ela toda, chupa….aiiiiii…
Fui acelerando os movimentos. Enquanto fazia movimentos de sucção, retirava-o quase toda da boca, até ele pulsar dos meus lábios e depois enfiava-o outra vez, fazendo-o deslizar pelo céu da minha boca, até ao fundo. Ele já delirava, enchendo o elevador com os seus gritos roucos. Se tem coisa que eu adoro é ouvir um homem gritar de tesão quando estou a mamá-lo. Faz-me sentir um poder tremendo.
-Aiiiiiiii…querida, não aguento mais….aiiiiii…essa boca leva-me ao delírio….aiiiiii…vou-me vir todo, vou-te encher a boquinha de leite…aiiiiii….prepara-te!
Eu acelerei o movimento, massajando os seus testículos ao mesmo tempo e senti a primeira golfada de esperma invadir a minha boca. Engoli com gosto, enquanto ele mandava mais e mais, enchendo-me a boca com o seu gosto. Engoli tudo, espremendo-o até à ultima gota, deixando-o trémulo e sem forças. Deitei-me ao seu lado, abraçando-o e ficamos assim juntos, até adormecermos, dando beijinhos suaves.
Ao fim de um tempo, acordei com a sua boca beijando o meu pescoço. Abri os olhos, sorrindo para ele e as nossas bocas encontraram-se novamente, para mais um beijo intenso, que me despertou o desejo na hora. As suas mãos percorriam os meus seios, apertando os biquinhos, endurecendo-os. A sua boca desceu e ocupou o lugar das mãos, esfomeada, sugando cada seio até deixá-los bem vermelhos, com a sua barba, que já apontava, áspera. A sua mão acariciava a minha coninha ensopada, vendo se eu estava preparada. O seu dedo deslizou até ao buraquinho do meu rabo e começou a fazer movimentos circulares, que o faziam piscar.
-Desde o dia que eu vi este rabo volumoso bambolear-se à minha frente, que sonho em comê-lo todo. Deixa eu comê-lo, deixa!
-É todo teu, meu querido! Mas vai com calma, por favor, se não eu não aguento!
-Não te preocupes, que eu vou fazer tudo direitinho.
Senti a cabeça do seu pénis na entrada da minha ratinha, esfregando-a suavemente, deixando-a bem lubrificada. Ele entrou dentro de mim, com um movimento certeiro, fazendo-me gritar e esfregar-me contra ele. Ele mandou-me umas estocadas bem fortes, retirando de seguindo o seu pau, a escorrer com os meus líquidos. Enfiou um dedo dentro de mim, molhando-o bem e enfiando no meu cuzinho, rodando-o para preparar a entrada. Molhou um dedo da outra mão e juntou-o àquele, abrindo aos poucos a entrada. Senti a cabeça dos seu pau, furar as minhas pregas, provocando-me um ardor suave. A cabeça entrou com um pouco de dificuldade, alojando-se dentro de mim. O pior já estava, mas não ia ser fácil engolir um pau daquele tamanho. Eu enfiei os dedos dentro de mim, trazendo mais um pouco de líquido, que esfreguei na entrada do meu cu e no corpo do seu pénis. Aos poucos, ele ia ganhando terreno dentro de mim, palmo a palmo, até as suas bolas baterem na minha coninha. Sentia um ardor forte no meu cuzinho, mas a sensação de o ter dentro de mim era tão boa, que fui relaxando, enquanto ele ficava parado, para eu me habituar ao seu volume.
-Ai, querida, que cuzinho bom….é melhor do que eu esperava….apertadinho como eu gosto…estás pronta? Posso mexer-me!
-Sim….sou toda tua…fode o meu cuzinho, fode…mas devagar…
Ele começou a movimentar-se dentro de mim, lentamente ao princípio, mas aumentando de velocidade aos poucos, conforme a penetração ia sendo facilitada. Ao fim de um bocado, ele saiu de dentro de mim e colocou-me de joelhos à sua frente. Enfiou o seu mastro na minha coninha, lubrificou-o bem e entrou com tudo no meu cuzinho. Começou a fazer movimentos de rotação, enquanto me apertava contra ele. A sua mão apanhou o meu botãozinho de prazer e começou a acariciá-lo com movimentos circulares que me aceleravam e me faziam rebolar com força contra ele. Virou-me de frente para a parede do elevador onde tinha um espelho e fez-me olhar para os nossos corpos encaixados.
-Olha para nós, fazemos magia juntos…só de ver os teus seios a balançarem com os movimentos, morro de tesão…
Eu agarrei nos meus seios e massajei-os para ele ver. Senti ele acelerar os movimentos do pénis e da mão que esfregava o meu clítoris, fazendo-me delirar de prazer. Eu olhei para ele através do espelho, vendo o seu rosto congestionado de prazer, com os cabelos revoltos e suados em volta dele e pedi-lhe:
-Aiiiii, vem-te comigo, vem….eu não aguento mais….vem, querido, que eu já estou quase….aiiiiii…agora, agora…
-Venho-me todo querida…aperta o meu pau com o teu cuzinho, aperta, que vais ficar cheia de leitinho…aiiiiiii… aperta assim, assim….aiiiiii…
Apertei o seu mastro com os músculos do meu cuzinho, espremendo-o todo, enquanto sentia as golfadas de esporra saírem com força, ao mesmo tempo que eu me derretia toda na sua mão. O espelho refletia os nossos rostos em êxtase e ficamos um bocadinho nessa posição recuperando o fôlego.
Deixamo-nos cair no chão, cansados. Sentia o meu rabo todo dorido, aquele pedaço de carne tinha feito estragos, que ainda iam demorar a passar.
Ficamos assim, coladinhos um no outro e acabamos por adormecer. Ainda fizemos amor mais uma vez, até a manhã chegar e ouvirmos barulho no exterior. Vestimo-nos à pressa, rindo como duas crianças. Ele roubou-me as cuequinhas rasgadas, levando-as ao nariz e dizendo:
-Estas são minhas, não tas devolvo, têm o teu cheiro. Obrigado por esta noite maravilhosa!
Eu sorri para ele com cumplicidade e com um último beijo e olhar profundo, despedimo-nos e gritamos pelo segurança…

 
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